No cardápio do dia, bastante romã, morango, molho de tomate, brócolis e castanha-do-pará. Com eles, é possível aproveitar os dias de sol e preservar a juventude da pele, além de evitar o aparecimento de manchas e tumores
Se a fonte da juventude fosse vendida em potes nas farmácias, teria o sabor de um doce morango ou uma adstringente romã. Afinal, segundo um recente estudo da Universidade Hallym, na Coreia do Sul, essas frutas são algumas das melhores opções para prevenir o envelhecimento precoce da pele. “Elas são ricas em ácido elágico, um antioxidante poderoso”, afirma o bioquímico Marcelo Hermes Lima, da Universidade de Brasília, que estuda o composto há anos.
Na pesquisa sul-coreana, os cientistas expuseram células à radiação ultravioleta do sol — principalmente à UVB, que provoca vermelhidão e pode causar câncer. Depois, adicionaram extratos de ácido elágico às culturas celulares. “A pele tratada com a substância teve menos inflamações provocadas pelo excesso de exposição solar”, explica a nutricionista Elaine de Pádua, do Hospital das Clínicas de São Paulo. “A atividade de substâncias que contribuem para a degradação do colágeno também foi reduzida.”
E o colágeno, para a pele, é tão importante quanto os óculos para quem tem problemas de visão. Sem ele, que é a proteína mais abundante no corpo, as células perdem elasticidade e aí aparecem as rugas. “É como se o colágeno fosse um sustentáculo, aumentando a resistência contra estiramentos. Sem ele, o tecido perde firmeza”, assinala a dermatologista Daniela Taniguchi de Barros, da Faculdade de Medicina do ABC, na região metropolitana de São Paulo. Só não há consenso sobre a quantidade de frutinhas necessária para manter a pele jovem — já que o trabalho coreano foi feito in vitro. A recomendação é acrescentá-las a um dos lanches diários. Até mesmo a balança agradecerá: 100 gramas de romãs e morangos têm, respectivamente, 56 e 30 calorias. Delícias de tão leves.
Além de romãs e morangos, a pele agradece o consumo de molho de tomate. Esse alimento foi testado na Universidade de Manchester, na Inglaterra, e se mostrou um aliado da juventude do tecido. Os pesquisadores acrescentaram 55 gramas — a quantidade que consumimos em uma boa macarronada — à dieta diária de mulheres com cerca de 30 anos de idade. Os resultados foram animadores: uma substância do tomate, o licopeno, reduziu a ação dos raios UVA, principais responsáveis pelo fotoenvelhecimento.
Dica de produto com poderosos antioxidantes
Chás Herbalife
Fonte: Revista SAÚDE!
Seu espaço diário de informações atuais e comentários inteligentes sobre saúde, nutrição e bem-estar!
terça-feira, 15 de novembro de 2011
sábado, 12 de novembro de 2011
Plantas que emagrecem
Em meio a tantas promessas de enxugar as medidas, investigamos os fitoterápicos que recebem o sinal verde da ciência como auxiliares na perda de peso
Chás, extratos de ervas, suplementos naturais... Eles estão na boca do povo e, de tempos em tempos, ganham inclusive garotas-propaganda entre as celebridades que exibem suas curvas na televisão. A impressão é que nem as plantas escapam do ritmo cíclico da moda. Não à toa, quem quer — ou precisa — perder peso costuma se dividir quando uma nova espécie está em evidência: uns a recebem com desconfiança, outros a acolhem como a fórmula secreta para vencer a contenda contra a balança. A verdade é que dá para ficar facilmente perdido diante de inúmeras promessas, na maioria das vezes rejeitadas pelos médicos.
A ciência, porém, não pode desprezar o potencial de certas plantas para integrar uma das frentes de combate à epidemia de obesidade. Embora não sejam a panaceia em matéria de perda de peso, alguns fitoterápicos já passam por testes rigorosos e demonstram seus bons efeitos. Não substituem mudanças de hábito nem, em alguns casos, outros remédios, mas sua ajuda pode ser bem-vinda na hora de afinar o corpo.
Que o diga o popular chá verde. Já existiam indícios de sua capacidade de eliminar gordura e, agora, um estudo brasileiro comprova seus préstimos em seres humanos com quilos a mais. A bebida feita com a planta Camellia sinensis foi alvo de uma pesquisa da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo, em Piracicaba, no interior paulista. A educadora física Gabrielle Aparecida Cardoso recrutou mulheres com sobrepeso ou obesidade leve, todas entre 20 e 40 anos. Elas foram divididas em quatro grupos. O primeiro tomava o chá gelado (10 gramas do pó) de manhã e à tarde. O segundo ingeria um preparo falso, o placebo. O terceiro consumia a infusão geladinha dez minutos antes de fazer musculação. E o quarto tomava a bebida fajuta antes de malhar.
"Ao compararmos os dois primeiros grupos, notamos que apenas as participantes que tomaram o chá emagreceram", conta Gabrielle. "Já entre as mulheres que se exercitaram, observamos que ambos os grupos perderam peso. Mas a redução de gordura corporal foi três vezes maior entre as voluntárias que consumiam a bebida", relata. Os dados obtidos mostram que a planta ajuda a esvaziar os redutos gordurosos, diminuir a circunferência abdominal e ainda ganhar massa muscular, dando um gás para a prática de atividade física.
O poder do chá verde parece residir sobre substâncias chamadas catequinas. "Elas inibem uma enzima que atrapalha um mecanismo de queima de gordura e, ainda, elevam o gasto energético do corpo", explica Gabrielle. Aliás, de acordo com a pesquisa, ingerir a infusão em temperatura fria teria a vantagem de torrar mais calorias. "A bebida melhora a disposição, o que incentiva o indivíduo a se mexer e, assim, emagrecer", avalia a pesquisadora.
Outro fitoterápico visitou as bancadas de laboratório depois de começar a fazer sucesso na mídia. Trata-se da pholia negra, um extrato de plantas do gênero Ilex, do qual faz parte, por exemplo, a famosa erva-mate. Suas cápsulas foram submetidas ao crivo científico em um estudo com ratos coordenado pela bióloga Maria Martha Bernardi na Universidade de São Paulo. "Dividimos os animais com sobrepeso em três grupos: o primeiro só comeu uma ração convencional, o segundo ganhou também a pholia negra e o terceiro recebeu sibutramina, remédio usado para controlar o apetite", conta a especialista em farmacologia. Após um mês, os investigadores repararam que a perda de peso foi similar nos dois últimos grupos: os ratinhos se livraram, em média, de 10% da sua massa corporal.
"Diferentemente da sibutramina, que age no sistema nervoso central, a pholia negra desacelera a atividade do estômago, fazendo com que a comida fique mais tempo lá dentro", explica Maria Martha. Dessa forma, o fitoterápico conseguiria deixar a pessoa saciada por um período maior.
Enquanto aguardamos pesquisas que avaliem o desempenho do extrato em seres humanos, vale voltar os olhos para o Oriente, de onde vem a maioria das últimas fórmulas naturais antiobesidade que chegaram ao país. É o caso das cápsulas do óleo de cártamo, cultuado há anos em países asiáticos. O suplemento, extraído das sementes dessa planta, costuma surtir efeito após seis meses — ele deve ser ingerido antes das refeições. "Seus ácidos graxos essenciais aumentam a oferta de leptina, o hormônio da saciedade", explica a nutricionista Stefania Valente da Silva, do laboratório Herbarium, um dos fabricantes do produto.
O óleo de cártamo tem ainda outro mecanismo de ação: ele ativa o tecido adiposo marrom, reserva que, de maneira diversa da famigerada gordura branca, eleva a temperatura corpórea e faz queimar calorias. "Só que o organismo gasta a energia estocada na gordura branca", diz Stefania. Da Ásia vem outro reforço pró-saciedade. O laboratório Galena trouxe para o Brasil um suplemento à base de pinho coreano, disponível na forma de sachês em farmáciasde manipulação. O óleo da planta tem uma substância que estimula a liberação de hormônios que dão sensação de barriga cheia. Quer mais? Destaque recente, a indiana Mucuna pruriens ainda está sob investigação, mas parece atuar em uma via alternativa. "Trabalhos mostram que ela eleva os níveis de um neurotransmissor ligado ao prazer, o que ajudaria a diminuir a compulsão alimentar", diz a nutricionista Andréia Naves, do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional, em São Paulo.
Apesar de tantas opções e expectativas, Há especialistas que continuam vendo as plantas com reservas. "Ainda faltam estudos em larga escala e dados de eficácia e segurança", diz o endocrinologista Marcio Mancini, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Do outro lado, pesquisadores querem explorar ainda mais o potencial da flora brasileira. "Estamos testando mais de 2 mil plantas amazônicas e é provável que algumas delas tenham efeito contra o excesso de peso", conta Martha, que hoje atua na Universidade Paulista. Se a natureza oferece ajuda — e a ciência aprova —, não custa aceitar.
Consulte o especialista
Um recado a todos que desejam emagrecer com o auxílio de um fitoterápico: nunca saia por aí ingerindo um produto sem a indicação e a orientação de um médico ou de um nutricionista. Lembre-se de que, em dosagens equivocadas ou misturados a remédios, os compostos das plantas podem expor o organismo a uma série de riscos, inclusive fatais. Outro aviso: jamais substitua um medicamento por uma erva com a pretensão de obter o mesmo efeito. Também não vá atrás dos conselhos dados por amigos: o que ajudou no caso deles pode ser mal tolerado pelo seu corpo. E, sempre que for ao médico, não esconda dele que faz uso de um produto à base de plantas.
Efeito sobre a ansiedade
Algumas plantas apresentam propriedades calmantes, caso da melissa e da passiflora, e, assim, em tese, poderiam ajudar algumas pessoas a suprimir aquela vontade louca de comer para aplacar os ânimos. Contudo, faltam estudos que legitimem sua eficiência no controle do apetite e do peso.
Atenção à procedência
Existem diversas versões e marcas de fitoterápicos disponíveis no mercado, a maioria com venda livre. Por isso, fique de olho nos rótulos e dê preferência a produtos fabricados por laboratórios e com selo de aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa.
Plantas
Nome popular: Chá Verde
Nome científico: Camellia sinensis
Origem: Índia e China
Partes utilizadas: Folhas
Formas de consumo: em infusão, por meio de sachês, bebidas prontas e cápsulas
Dica de produto com Chá Verde: Chás Herbalife
Nome popular: Pholia Negra
Nome científico: Ilex paraguariensis (e outras)
Origem: Diversas regiões, entre elas América do Sul
Partes utilizadas: Folhas
Formas de consumo: Cápsulas do extrato
Nome popular: Pinho Coreano
Nome científico: Pinus koraiensis
Origem: Coreia
Partes utilizadas: Óleo da castanha ou pinha
Formas de consumo: Sachês, disponíveisem farmácias de manipulação, e cápsulas
Nome popular: Mucuna
Nome científico: Mucuna pruriens
Origem: Índia, África e Caribe
Partes utilizadas: Sementes e frutos
Formas de consumo: Cápsulas
Fonte: Revista SAÚDE!
Chás, extratos de ervas, suplementos naturais... Eles estão na boca do povo e, de tempos em tempos, ganham inclusive garotas-propaganda entre as celebridades que exibem suas curvas na televisão. A impressão é que nem as plantas escapam do ritmo cíclico da moda. Não à toa, quem quer — ou precisa — perder peso costuma se dividir quando uma nova espécie está em evidência: uns a recebem com desconfiança, outros a acolhem como a fórmula secreta para vencer a contenda contra a balança. A verdade é que dá para ficar facilmente perdido diante de inúmeras promessas, na maioria das vezes rejeitadas pelos médicos.
A ciência, porém, não pode desprezar o potencial de certas plantas para integrar uma das frentes de combate à epidemia de obesidade. Embora não sejam a panaceia em matéria de perda de peso, alguns fitoterápicos já passam por testes rigorosos e demonstram seus bons efeitos. Não substituem mudanças de hábito nem, em alguns casos, outros remédios, mas sua ajuda pode ser bem-vinda na hora de afinar o corpo.
Que o diga o popular chá verde. Já existiam indícios de sua capacidade de eliminar gordura e, agora, um estudo brasileiro comprova seus préstimos em seres humanos com quilos a mais. A bebida feita com a planta Camellia sinensis foi alvo de uma pesquisa da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo, em Piracicaba, no interior paulista. A educadora física Gabrielle Aparecida Cardoso recrutou mulheres com sobrepeso ou obesidade leve, todas entre 20 e 40 anos. Elas foram divididas em quatro grupos. O primeiro tomava o chá gelado (10 gramas do pó) de manhã e à tarde. O segundo ingeria um preparo falso, o placebo. O terceiro consumia a infusão geladinha dez minutos antes de fazer musculação. E o quarto tomava a bebida fajuta antes de malhar.
"Ao compararmos os dois primeiros grupos, notamos que apenas as participantes que tomaram o chá emagreceram", conta Gabrielle. "Já entre as mulheres que se exercitaram, observamos que ambos os grupos perderam peso. Mas a redução de gordura corporal foi três vezes maior entre as voluntárias que consumiam a bebida", relata. Os dados obtidos mostram que a planta ajuda a esvaziar os redutos gordurosos, diminuir a circunferência abdominal e ainda ganhar massa muscular, dando um gás para a prática de atividade física.
O poder do chá verde parece residir sobre substâncias chamadas catequinas. "Elas inibem uma enzima que atrapalha um mecanismo de queima de gordura e, ainda, elevam o gasto energético do corpo", explica Gabrielle. Aliás, de acordo com a pesquisa, ingerir a infusão em temperatura fria teria a vantagem de torrar mais calorias. "A bebida melhora a disposição, o que incentiva o indivíduo a se mexer e, assim, emagrecer", avalia a pesquisadora.
Outro fitoterápico visitou as bancadas de laboratório depois de começar a fazer sucesso na mídia. Trata-se da pholia negra, um extrato de plantas do gênero Ilex, do qual faz parte, por exemplo, a famosa erva-mate. Suas cápsulas foram submetidas ao crivo científico em um estudo com ratos coordenado pela bióloga Maria Martha Bernardi na Universidade de São Paulo. "Dividimos os animais com sobrepeso em três grupos: o primeiro só comeu uma ração convencional, o segundo ganhou também a pholia negra e o terceiro recebeu sibutramina, remédio usado para controlar o apetite", conta a especialista em farmacologia. Após um mês, os investigadores repararam que a perda de peso foi similar nos dois últimos grupos: os ratinhos se livraram, em média, de 10% da sua massa corporal.
"Diferentemente da sibutramina, que age no sistema nervoso central, a pholia negra desacelera a atividade do estômago, fazendo com que a comida fique mais tempo lá dentro", explica Maria Martha. Dessa forma, o fitoterápico conseguiria deixar a pessoa saciada por um período maior.
Enquanto aguardamos pesquisas que avaliem o desempenho do extrato em seres humanos, vale voltar os olhos para o Oriente, de onde vem a maioria das últimas fórmulas naturais antiobesidade que chegaram ao país. É o caso das cápsulas do óleo de cártamo, cultuado há anos em países asiáticos. O suplemento, extraído das sementes dessa planta, costuma surtir efeito após seis meses — ele deve ser ingerido antes das refeições. "Seus ácidos graxos essenciais aumentam a oferta de leptina, o hormônio da saciedade", explica a nutricionista Stefania Valente da Silva, do laboratório Herbarium, um dos fabricantes do produto.
O óleo de cártamo tem ainda outro mecanismo de ação: ele ativa o tecido adiposo marrom, reserva que, de maneira diversa da famigerada gordura branca, eleva a temperatura corpórea e faz queimar calorias. "Só que o organismo gasta a energia estocada na gordura branca", diz Stefania. Da Ásia vem outro reforço pró-saciedade. O laboratório Galena trouxe para o Brasil um suplemento à base de pinho coreano, disponível na forma de sachês em farmáciasde manipulação. O óleo da planta tem uma substância que estimula a liberação de hormônios que dão sensação de barriga cheia. Quer mais? Destaque recente, a indiana Mucuna pruriens ainda está sob investigação, mas parece atuar em uma via alternativa. "Trabalhos mostram que ela eleva os níveis de um neurotransmissor ligado ao prazer, o que ajudaria a diminuir a compulsão alimentar", diz a nutricionista Andréia Naves, do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional, em São Paulo.
Apesar de tantas opções e expectativas, Há especialistas que continuam vendo as plantas com reservas. "Ainda faltam estudos em larga escala e dados de eficácia e segurança", diz o endocrinologista Marcio Mancini, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Do outro lado, pesquisadores querem explorar ainda mais o potencial da flora brasileira. "Estamos testando mais de 2 mil plantas amazônicas e é provável que algumas delas tenham efeito contra o excesso de peso", conta Martha, que hoje atua na Universidade Paulista. Se a natureza oferece ajuda — e a ciência aprova —, não custa aceitar.
Consulte o especialista
Um recado a todos que desejam emagrecer com o auxílio de um fitoterápico: nunca saia por aí ingerindo um produto sem a indicação e a orientação de um médico ou de um nutricionista. Lembre-se de que, em dosagens equivocadas ou misturados a remédios, os compostos das plantas podem expor o organismo a uma série de riscos, inclusive fatais. Outro aviso: jamais substitua um medicamento por uma erva com a pretensão de obter o mesmo efeito. Também não vá atrás dos conselhos dados por amigos: o que ajudou no caso deles pode ser mal tolerado pelo seu corpo. E, sempre que for ao médico, não esconda dele que faz uso de um produto à base de plantas.
Efeito sobre a ansiedade
Algumas plantas apresentam propriedades calmantes, caso da melissa e da passiflora, e, assim, em tese, poderiam ajudar algumas pessoas a suprimir aquela vontade louca de comer para aplacar os ânimos. Contudo, faltam estudos que legitimem sua eficiência no controle do apetite e do peso.
Atenção à procedência
Existem diversas versões e marcas de fitoterápicos disponíveis no mercado, a maioria com venda livre. Por isso, fique de olho nos rótulos e dê preferência a produtos fabricados por laboratórios e com selo de aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa.
Plantas
Nome popular: Chá Verde
Nome científico: Camellia sinensis
Origem: Índia e China
Partes utilizadas: Folhas
Formas de consumo: em infusão, por meio de sachês, bebidas prontas e cápsulas
Dica de produto com Chá Verde: Chás Herbalife
Nome popular: Pholia Negra
Nome científico: Ilex paraguariensis (e outras)
Origem: Diversas regiões, entre elas América do Sul
Partes utilizadas: Folhas
Formas de consumo: Cápsulas do extrato
Nome popular: Pinho Coreano
Nome científico: Pinus koraiensis
Origem: Coreia
Partes utilizadas: Óleo da castanha ou pinha
Formas de consumo: Sachês, disponíveisem farmácias de manipulação, e cápsulas
Nome popular: Mucuna
Nome científico: Mucuna pruriens
Origem: Índia, África e Caribe
Partes utilizadas: Sementes e frutos
Formas de consumo: Cápsulas
Fonte: Revista SAÚDE!
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
O excesso de peso pode comprometer o cérebro
Se você tem entre 35 e 60 anos e está com uns quilinhos a mais, fique atento. Segundo um trabalho recém-concluído pela Associação Americana de Neurologia, pessoas na meia idade com IMC acima de 25 apresentam um maior risco de desenvolver algum tipo de demência quando ficam mais velhas. No estudo, cerca de 8 500 irmãos gêmeos foram pesados quando estavam na meia idade e, trinta anos depois, submetidos a uma avaliação neurológica. Entre os que foram diagnosticados com doença de Alzheimer e demência vascular — aquela causada pelo entupimento de vários vasinhos no cérebro —, 39% possuíam sobrepeso e 7% eram obesos por volta dos 35 anos. Essa incidência foi 80% maior em relação às pessoas com IMC abaixo de 25.
Para a endocrinologista Claudia Cozer, do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, a explicação deve estar nos problemas circulatórios que normalmente afetam quem está fora do peso ideal. “Quem é obeso ou está com sobrepeso tem tendência a apresentar um aumento nos níveis de colesterol, pressão e glicemia, o que compromete os vasos sanguíneos”, explica. Quando a circulação é prejudicada, os vasos cerebrais também são atingidos e, em caso de entupimento, deixam de irrigar os neurônios, facilitando déficits cognitivos. Além disso, há indícios de que os mesmos fatores por trás de males vasculares contribuam para o aparecimento do Alzheimer, mal que afeta a memória, o raciocínio e a localização no espaço.
Por que aos 40?
A partir dessa faixa etária ficamos mais sujeitos a alterações de pressão, gordura e açúcar no sangue por causa da queda no metabolismo. Ou seja, os processos que ocorrem dentro do organismo ocorrem de maneira mais lenta, facilitando o aparecimento de distúrbios circulatórios e dificultando um retorno aos padrões ideais. Assim, fica mais complicado não só perder os quilos extras, como mudar os próprios hábitos, o que gera um círculo vicioso.
Mas cabe um recado a quem tem 40 anos ou mais e sofre para se livrar da gordura acumulada. “Emagrecer não é o mais importante. O ideal é manter-se ativo e adotar uma alimentação balanceada, rica em verduras, frutas e legumes”, esclarece Claudia. Portanto, quem quer garantir uma mente saudável depois dos 70, deve se levantar já da cadeira.
Dica de produto para controle de peso saudável
Shake Herbalife
Para saber mais sobre a Herbalife clique no link: TUDO SOBRE A HERBALIFE.
Fonte: Revista SAÚDE!
Para a endocrinologista Claudia Cozer, do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, a explicação deve estar nos problemas circulatórios que normalmente afetam quem está fora do peso ideal. “Quem é obeso ou está com sobrepeso tem tendência a apresentar um aumento nos níveis de colesterol, pressão e glicemia, o que compromete os vasos sanguíneos”, explica. Quando a circulação é prejudicada, os vasos cerebrais também são atingidos e, em caso de entupimento, deixam de irrigar os neurônios, facilitando déficits cognitivos. Além disso, há indícios de que os mesmos fatores por trás de males vasculares contribuam para o aparecimento do Alzheimer, mal que afeta a memória, o raciocínio e a localização no espaço.
Por que aos 40?
A partir dessa faixa etária ficamos mais sujeitos a alterações de pressão, gordura e açúcar no sangue por causa da queda no metabolismo. Ou seja, os processos que ocorrem dentro do organismo ocorrem de maneira mais lenta, facilitando o aparecimento de distúrbios circulatórios e dificultando um retorno aos padrões ideais. Assim, fica mais complicado não só perder os quilos extras, como mudar os próprios hábitos, o que gera um círculo vicioso.
Mas cabe um recado a quem tem 40 anos ou mais e sofre para se livrar da gordura acumulada. “Emagrecer não é o mais importante. O ideal é manter-se ativo e adotar uma alimentação balanceada, rica em verduras, frutas e legumes”, esclarece Claudia. Portanto, quem quer garantir uma mente saudável depois dos 70, deve se levantar já da cadeira.
Dica de produto para controle de peso saudável
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Fonte: Revista SAÚDE!
domingo, 6 de novembro de 2011
Delícias anticolesterol
Estudo canadense mostra que não é preciso aderir a uma alimentação insossa para controlar os níveis dessa gordura
Há tempos pesa sobre ele a fama de vilão. Mas acredite: o colesterol é um bem precioso para o ser humano. Afinal, sua presença garante a produção de vários hormônios, a síntese da vitamina D e também o pleno funcionamento das membranas celulares, só para citar algumas tarefas. De tão importante, 70% da substância é produzida pelo próprio organismo — o restante vem do prato. O foco da questão, caro leitor, são as lipoproteínas que a transportam pelo seu corpo: a LDL e a HDL. “A primeira carrega o colesterol para as artérias, aumentando o risco de ocorrer formação de placas de gordura que, mais tarde, podem gerar doenças cardiovasculares”, esclarece Celso Cukier, nutrólogo do Hospital do Coração, o HCor, em São Paulo. “A segunda, por sua vez, é responsável por tirar a molécula dos tecidos e conduzi-la ao fígado para ser eliminada.”
O problema surge quando há um desequilíbrio entre esses meios de transporte e a LDL aparece soberana na corrente sanguínea. Isso, na maioria das vezes, é culpa de uma dieta cheia de gordura saturada, aquela encontrada na carne vermelha, na pele do frango, na salsicha, no salame e por aí vai. Não é de admirar, portanto, que uma das primeiras recomendações para combater o colesterol considerado inimigo é fazer vista grossa a algumas opções do menu cotidiano. Mas — é aí que vem a novidade — essa estratégia parece não ser suficiente. Um time de pesquisadores da Universidade de Toronto, no Canadá, comprovou que incluir certos itens no cardápio pode ser tão ou mais eficiente do que simplesmente mandar outros para o limbo.
Eles chegaram a essa conclusão ao acompanhar, por seis meses, 345 pessoas com o colesterol elevado ou no limite. Enquanto uma parte dos indivíduos recebeu instruções para investir em uma dieta magra e turbinada com fibras solúveis, oleaginosas, produtos à base de soja e alimentos enriquecidos com fitoesterois, a outra só foi orientada a maneirar nos comes e bebes gordurosos. Ao final do período de avaliação, os resultados indicaram que o primeiro grupo sofreu uma redução de aproximadamente 14% nos níveis de LDL. Já na segunda turma a diminuição foi mais singela: de apenas 3%.
“Esse índice de 14% é muito significativo. É, inclusive, similar ao de medicamentos usados para potencializar a ação da estatina, o remédio usualmente indicado para controlar as taxas de colesterol”, observa Raul Dias dos Santos, cardiologista e diretor da Unidade Clínica de Dislipidemias do Instituto do Coração, o Incor, na capital paulista. Mas, veja bem, nada disso é desculpa para descartar a clássica orientação de consumir moderadamente as fontes de gordura saturada. “Não adianta comer picanha todo dia e depois se entupir de soja. O ideal é apostar nas duas estratégias, ou seja: eliminar os itens considerados ruins e investir nos benéficos”, adverte a nutricionista Camila Gracia, diretora científica do Departamento de Nutrição da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo, a Socesp. A seguir, conheça o grupo de alimentos que, com o aval da ciência, ajudam a domar o colesterol nas alturas.
Fitoesterois
Encontradas nas plantas, essas substâncias ocupam o lugar do colesterol na micela, que é uma estrutura gordurosa na qual ele precisa grudar para ser assimilado. Quando recebe esse chega pra lá, sua eliminação é certeira. de acordo com raul dias dos Santos, do incor, ainda há outro mecanismo a ser destacado: “os fitoesterois bloqueiam o receptor npc1l1, responsável por colocar o colesterol dentro das células do intestino, de onde ele parte para circular pelo sangue e tecidos”. para nossa sorte, alguns alimentos são enriquecidos com esses aliados.
Alimentos à base de soja
Segundo o cardiologista raul dias dos Santos, a proteína do grão dificultaria a absorção do colesterol. “Só que esse mecanismo não está bem definido”, observa. e não dá para esquecer que a leguminosa tem pouca gordura saturada. Só por causa disso, para quem está com o colesterol muito alto, já vale cogitar substituir o leite de vaca pelo de soja.
Dica de produtos à base de soja:
Shakes Herbalife e Pó de Proteína da Herbalife
Oleaginosas
Fazem parte desse grupo as nozes, amêndoas, avelãs e castanhas. Graças à presença marcante do mineral selênio, elas atrapalham a oxidação do colesterol ldl. e, sem estar oxidada, a molécula perde boa parte de sua força maléfica. “as oleaginosas ainda são fontes de gorduras monoinsaturadas, que não participam da síntese do colesterol”, acrescenta cukier, nutrólogo do hcor. mas nem pense em devorá-las uma atrás da outra, como se fossem pipoca. “afinal, elas têm muitas calorias”, diz camila Gracia.
Fibras solúveis
Ao serem consumidas — por meio de frutas, verduras, legumes e cereais como aveia —, elas formam uma espécie de gel no intestino. e o colesterol acaba colando nessa composição. “Por isso, em vez de ser assimilado pelo corpo, ele é arrastado pelas fezes”, conta a nutricionista camila. só não pode abusar das fibras e se esquecer de beber água. “o líquido ajuda a formar o tal gel e o bolo fecal”, ensina.
Dica de produto com fibras solúveis:
Fiberbond da Herbalife
Pegue leve nos alimentos gordos
Uma das causas do aumento dos níveis de LDL no sangue é a ingestão abusiva de certas gorduras, como as saturadas. A nutricionista Camila Gracia, da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo, informa que esse tipinho está presente em alguns cortes de carne vermelha, em queijos como provolone e parmesão, no leite integral e nos embutidos. Outra inimiga gordurosa é a trans, que por sua vez se esconde em alimentos processados, como biscoitos recheados, salgadinhos e certos produtos congelados.
Fonte: Revista SAÚDE!
Há tempos pesa sobre ele a fama de vilão. Mas acredite: o colesterol é um bem precioso para o ser humano. Afinal, sua presença garante a produção de vários hormônios, a síntese da vitamina D e também o pleno funcionamento das membranas celulares, só para citar algumas tarefas. De tão importante, 70% da substância é produzida pelo próprio organismo — o restante vem do prato. O foco da questão, caro leitor, são as lipoproteínas que a transportam pelo seu corpo: a LDL e a HDL. “A primeira carrega o colesterol para as artérias, aumentando o risco de ocorrer formação de placas de gordura que, mais tarde, podem gerar doenças cardiovasculares”, esclarece Celso Cukier, nutrólogo do Hospital do Coração, o HCor, em São Paulo. “A segunda, por sua vez, é responsável por tirar a molécula dos tecidos e conduzi-la ao fígado para ser eliminada.”
O problema surge quando há um desequilíbrio entre esses meios de transporte e a LDL aparece soberana na corrente sanguínea. Isso, na maioria das vezes, é culpa de uma dieta cheia de gordura saturada, aquela encontrada na carne vermelha, na pele do frango, na salsicha, no salame e por aí vai. Não é de admirar, portanto, que uma das primeiras recomendações para combater o colesterol considerado inimigo é fazer vista grossa a algumas opções do menu cotidiano. Mas — é aí que vem a novidade — essa estratégia parece não ser suficiente. Um time de pesquisadores da Universidade de Toronto, no Canadá, comprovou que incluir certos itens no cardápio pode ser tão ou mais eficiente do que simplesmente mandar outros para o limbo.
Eles chegaram a essa conclusão ao acompanhar, por seis meses, 345 pessoas com o colesterol elevado ou no limite. Enquanto uma parte dos indivíduos recebeu instruções para investir em uma dieta magra e turbinada com fibras solúveis, oleaginosas, produtos à base de soja e alimentos enriquecidos com fitoesterois, a outra só foi orientada a maneirar nos comes e bebes gordurosos. Ao final do período de avaliação, os resultados indicaram que o primeiro grupo sofreu uma redução de aproximadamente 14% nos níveis de LDL. Já na segunda turma a diminuição foi mais singela: de apenas 3%.
“Esse índice de 14% é muito significativo. É, inclusive, similar ao de medicamentos usados para potencializar a ação da estatina, o remédio usualmente indicado para controlar as taxas de colesterol”, observa Raul Dias dos Santos, cardiologista e diretor da Unidade Clínica de Dislipidemias do Instituto do Coração, o Incor, na capital paulista. Mas, veja bem, nada disso é desculpa para descartar a clássica orientação de consumir moderadamente as fontes de gordura saturada. “Não adianta comer picanha todo dia e depois se entupir de soja. O ideal é apostar nas duas estratégias, ou seja: eliminar os itens considerados ruins e investir nos benéficos”, adverte a nutricionista Camila Gracia, diretora científica do Departamento de Nutrição da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo, a Socesp. A seguir, conheça o grupo de alimentos que, com o aval da ciência, ajudam a domar o colesterol nas alturas.
Fitoesterois
Encontradas nas plantas, essas substâncias ocupam o lugar do colesterol na micela, que é uma estrutura gordurosa na qual ele precisa grudar para ser assimilado. Quando recebe esse chega pra lá, sua eliminação é certeira. de acordo com raul dias dos Santos, do incor, ainda há outro mecanismo a ser destacado: “os fitoesterois bloqueiam o receptor npc1l1, responsável por colocar o colesterol dentro das células do intestino, de onde ele parte para circular pelo sangue e tecidos”. para nossa sorte, alguns alimentos são enriquecidos com esses aliados.
Alimentos à base de soja
Segundo o cardiologista raul dias dos Santos, a proteína do grão dificultaria a absorção do colesterol. “Só que esse mecanismo não está bem definido”, observa. e não dá para esquecer que a leguminosa tem pouca gordura saturada. Só por causa disso, para quem está com o colesterol muito alto, já vale cogitar substituir o leite de vaca pelo de soja.
Dica de produtos à base de soja:
Shakes Herbalife e Pó de Proteína da Herbalife
Oleaginosas
Fazem parte desse grupo as nozes, amêndoas, avelãs e castanhas. Graças à presença marcante do mineral selênio, elas atrapalham a oxidação do colesterol ldl. e, sem estar oxidada, a molécula perde boa parte de sua força maléfica. “as oleaginosas ainda são fontes de gorduras monoinsaturadas, que não participam da síntese do colesterol”, acrescenta cukier, nutrólogo do hcor. mas nem pense em devorá-las uma atrás da outra, como se fossem pipoca. “afinal, elas têm muitas calorias”, diz camila Gracia.
Fibras solúveis
Ao serem consumidas — por meio de frutas, verduras, legumes e cereais como aveia —, elas formam uma espécie de gel no intestino. e o colesterol acaba colando nessa composição. “Por isso, em vez de ser assimilado pelo corpo, ele é arrastado pelas fezes”, conta a nutricionista camila. só não pode abusar das fibras e se esquecer de beber água. “o líquido ajuda a formar o tal gel e o bolo fecal”, ensina.
Dica de produto com fibras solúveis:
Fiberbond da Herbalife
Pegue leve nos alimentos gordos
Uma das causas do aumento dos níveis de LDL no sangue é a ingestão abusiva de certas gorduras, como as saturadas. A nutricionista Camila Gracia, da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo, informa que esse tipinho está presente em alguns cortes de carne vermelha, em queijos como provolone e parmesão, no leite integral e nos embutidos. Outra inimiga gordurosa é a trans, que por sua vez se esconde em alimentos processados, como biscoitos recheados, salgadinhos e certos produtos congelados.
Fonte: Revista SAÚDE!
sábado, 5 de novembro de 2011
O que é o Chá Verde?
O chá verde é extraído da planta Camellia sinensis tal como o chá preto e o seu nome deve-se ao fato de as suas folhas sofrerem pouca oxidação durante o processo, o que não acontece com o chá preto, por exemplo.
É utilizado há milhares de anos devido as suas propriedades benéficas para a saúde. Mas o que torna popular é fato de ser um considerado um complemento natural na perda de peso, pois estimula o metabolismo acelerando assim a perda de calorias e consequentemente a perda de peso.
Quando se faz uma dieta diária equilibrada, baixa em calorias e exercício físico para perder peso, é aconselhável adicionar 2 a 3 colheres de café de chá verde para obter mais facilmente os resultados pretendidos.
Quais os benefícios do Chá Verde?
O Chá Verde (as folhas não trabalhadas) contém algumas substâncias, que quando o ingerimos em excesso tornam-se prejudiciais para a saúde, eis algumas:
Triterpene Saponinas - Estes destroem os eritrócitos podendo assim causar fadiga e agravar a anemia, por exemplo.
Taninos - Interferem com a quebra de proteínas complexas em proteínas mais simples e com a sua absorção no organismo.
Xantina Alcalóides - Podem agravar a formação de ácido úrico no organismo o que pode causar a formação de pedras na vesícula, rins, reumatismo entre outros.
Cafeína - Aumenta a pressão arterial, vicia, e a longo prazo tem um efeito adverso sobre o fígado e outros órgãos internos.
Consumo a longo prazo e em grandes quantidades - Pode causar insônias, agitação, aborrecimento, irritabilidade, dores de cabeça, hipertensão arterial, batimentos cardíacos anormais, perda de apetite, convulsões, constipação intestinal aguda e dependência pelo chá.
Dicas importantes
É utilizado há milhares de anos devido as suas propriedades benéficas para a saúde. Mas o que torna popular é fato de ser um considerado um complemento natural na perda de peso, pois estimula o metabolismo acelerando assim a perda de calorias e consequentemente a perda de peso.
Quando se faz uma dieta diária equilibrada, baixa em calorias e exercício físico para perder peso, é aconselhável adicionar 2 a 3 colheres de café de chá verde para obter mais facilmente os resultados pretendidos.
Quais os benefícios do Chá Verde?
- Acelera o metabolismo que ajuda no emagrecimento
- Reduz o colesterol
- Anti-inflamatório natural
- Melhora a circulação sanguínea
- Redução dos lípidos no sangue
- Previne doenças cardiovasculares
- Mantém o estado de alerta mental
- Ajuda no tratamento de acne
- Previne o envelhecimento
- Protege os pulmões
- Diminui o risco de osteoperose
- Ideal para combater fadiga, preguiça, sonolência e falta de energia
- Estimula a imunidade
- Previne o cancro do cólon, recto, pâncreas e intestino
- Atua como anti-diabético
- Anti-stress
- É usado no tratamento da esclerose múltipla, artrite reumatóide, Parkinson e da doença de Alzheimer
O Chá Verde (as folhas não trabalhadas) contém algumas substâncias, que quando o ingerimos em excesso tornam-se prejudiciais para a saúde, eis algumas:
Triterpene Saponinas - Estes destroem os eritrócitos podendo assim causar fadiga e agravar a anemia, por exemplo.
Taninos - Interferem com a quebra de proteínas complexas em proteínas mais simples e com a sua absorção no organismo.
Xantina Alcalóides - Podem agravar a formação de ácido úrico no organismo o que pode causar a formação de pedras na vesícula, rins, reumatismo entre outros.
Cafeína - Aumenta a pressão arterial, vicia, e a longo prazo tem um efeito adverso sobre o fígado e outros órgãos internos.
Consumo a longo prazo e em grandes quantidades - Pode causar insônias, agitação, aborrecimento, irritabilidade, dores de cabeça, hipertensão arterial, batimentos cardíacos anormais, perda de apetite, convulsões, constipação intestinal aguda e dependência pelo chá.
Dicas importantes
- A hora ideal para beber o chá é de manhã e ao início da tarde.
- Caso não aprecie o sabor intenso do chá, para tirar melhor proveito pode consumi-lo através de comprimidos, pastilhas, cápsulas,etc. Basta ir a uma ervanária, a um supermercado, ou procurar um distribuidor da Herbalife, mas antes aconselhe-se com o seu médico.
- O chá verde com sumo de limão é popular para cortar o efeito do álcool e para recuperar uma ressaca.
Dica de produto com Chá Verde: Chás Herbalife
Chás Herbalife
Pó para o Preparo de Bebida
Os chás Herbalife são bebidas de baixas calorias que contêm chá verde e chá preto. Como não há adição de açúcar são excelentes opções de bebida para hidratar o corpo.
Sabor: Original
Embalagem 100 g – 59 porções
Sabores: Original, Limão, Framboesa e Pêssego
Embalagem 50g – 29 porções
• Possuem baixas calorias e não contêm açúcar
• Deliciosos sabores para sua hidratação diária
• Contêm 85 mg de cafeína por porção
• São práticos, possuem embalagem pequena e fácil de levar para qualquer lugar
• É possível consumi-los quentes ou frios
• De uma a duas vezes ao dia, preferencialmente pela manhã e à tarde
• Dissolver ½ colher de chá (1,7 g) em 200 ml de água e beber quente ou frio
Chá Verde
É usado no Oriente há milênios e, mais recentemente, no Ocidente, sendo, depois da água, a bebida mais consumida no mundo. É obtido da planta Camellia sinensis e contém substâncias antioxidantes chamadas polifenóis, além de cafeína. Polifenóis são antioxidantes que ajudam no combate dos danos que podem ser causados pelos radicais livres - moléculas reativas que podem danificar as células e tecidos do organismo. Além disso, os polifenóis têm outras propriedades, como ação antiinflamatória, auxiliando no bem-estar. Folhas de chá verde são encontradas soltas em pacotes, em envelopes de chá ou ainda em bebidas prontas. É utilizado tanto nos produtos Herbalife de nutrição interna, quanto externa. Dentre os produtos que contêm chá verde estão os chás Original, sabores Framboesa, Limão, Pêssego e Thermo Complete. Além disso, está presente também na linha de cuidados pessoais Soft Green.
Pó para o Preparo de Bebida
Os chás Herbalife são bebidas de baixas calorias que contêm chá verde e chá preto. Como não há adição de açúcar são excelentes opções de bebida para hidratar o corpo.
Sabor: Original
Embalagem 100 g – 59 porções
Sabores: Original, Limão, Framboesa e Pêssego
Embalagem 50g – 29 porções
Por que consumir?
• Possuem baixas calorias e não contêm açúcar
• Deliciosos sabores para sua hidratação diária
• Contêm 85 mg de cafeína por porção
• São práticos, possuem embalagem pequena e fácil de levar para qualquer lugar
• É possível consumi-los quentes ou frios
Sugestão de Uso
• De uma a duas vezes ao dia, preferencialmente pela manhã e à tarde
Modo de Preparo
• Dissolver ½ colher de chá (1,7 g) em 200 ml de água e beber quente ou frio
Saiba Mais
É usado no Oriente há milênios e, mais recentemente, no Ocidente, sendo, depois da água, a bebida mais consumida no mundo. É obtido da planta Camellia sinensis e contém substâncias antioxidantes chamadas polifenóis, além de cafeína. Polifenóis são antioxidantes que ajudam no combate dos danos que podem ser causados pelos radicais livres - moléculas reativas que podem danificar as células e tecidos do organismo. Além disso, os polifenóis têm outras propriedades, como ação antiinflamatória, auxiliando no bem-estar. Folhas de chá verde são encontradas soltas em pacotes, em envelopes de chá ou ainda em bebidas prontas. É utilizado tanto nos produtos Herbalife de nutrição interna, quanto externa. Dentre os produtos que contêm chá verde estão os chás Original, sabores Framboesa, Limão, Pêssego e Thermo Complete. Além disso, está presente também na linha de cuidados pessoais Soft Green.Cafeína
É encontrada em mais de 60 tipos diferentes de plantas, mas, principalmente, no café, chás, erva-mate, cacau e guaraná. Estima-se que cerca de 80% da população mundial faça uso desta substância diariamente, consumida usualmente através de bebidas. A cafeína é um estimulante leve do sistema nervoso central, motivo pelo qual pode fazer nos sentir mais alerta depois de consumi-la. Assim como qualquer outro alimento, deve ser consumida equilibradamente, sendo que grupos populacionais específicos devem procurar orientação de um profissional habilitado.
É encontrada em mais de 60 tipos diferentes de plantas, mas, principalmente, no café, chás, erva-mate, cacau e guaraná. Estima-se que cerca de 80% da população mundial faça uso desta substância diariamente, consumida usualmente através de bebidas. A cafeína é um estimulante leve do sistema nervoso central, motivo pelo qual pode fazer nos sentir mais alerta depois de consumi-la. Assim como qualquer outro alimento, deve ser consumida equilibradamente, sendo que grupos populacionais específicos devem procurar orientação de um profissional habilitado.
Peça agora mesmo o seu Chá Herbalife, comigo, seu Distribuidor Independente Herbalife, através do contato abaixo:
Clóvis Augusto
(62) 8403-1343
clovis.bastos@gmail.com
Chá verde é aliado na perda de peso e gordura corporal
Pesquisa da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, analisa o efeito do chá verde no controle da obesidade e aponta que o produto pode ser um aliado alimentar para a perda de peso e diminuição da gordura corporal. O trabalho da pesquisadora Gabrielle Aparecida Cardoso comparou a taxa metabólica de mulheres com sobrepeso e obesidade grau I, pré e pós consumo de chá verde aliado ou não à prática de exercício físico. Ao mesmo tempo, o estudo avaliou a aceitabilidade da bebida, bem como possíveis reações adversas causadas pelo seu consumo.
O estudo avaliou os efeitos do consumo de chá verde e da prática ou não de exercício físico resistido sobre a Taxa Metabólica de Repouso (TMR) e a composição corporal em mulheres com índice de massa corporal entre 25 quilos por metro (kg/m) a 35 kg/m. As voluntárias foram divididas em quatro grupos e durante dois meses seguiram o protocolo de pesquisa. As voluntárias do grupo 1 tomaram chá verde, enquanto as do grupo 2 tomaram placebo. As do grupo 3 tomaram chá verde e exercitaram-se enquanto que as do grupo 4, tomaram placebo e exercitaram-se.
Os resultados mostraram que o grupo 1 perdeu uma quantidade de peso relevante para o período de estudo (- 5,7 kg em média) com manutenção da massa magra. O grupo 2, utilizando placebo, não perdeu peso, ganhou massa gorda e perdeu massa magra. Quanto ao grupo 3 (chá verde + exercício físico de resistência) teve sua composição corporal modificada apresentando maior perda de gordura, maior ganho de massa muscular, maior aumento da força muscular e redução dos níveis de triglicérides superiores aos apresentados pelo grupo 4 (placebo + exercícios físicos de resistência).
“O consumo de chá verde aliado à prática de exercício físico auxilia na redução do triglicérides, ganho de força muscular, ganho de massa magra e na redução da massa gorda”, explica Gabrielle. Além de proporcionar uma mudança na composição corporal, o consumo do produto, aliado aos exercícios, auxilia na utilização da gordura corporal como fonte de energia e no aumento da massa magra. “O aumento da força muscular é maior quando o chá verde é consumido antes da prática dos exercícios propostos.”
Benefícios
Segundo a pesquisa, o chá verde é a segunda bebida mais consumida no mundo e contém grande quantidade de compostos que proporcionam uma série de benefícios à saúde. Dentre eles a redução do risco de doenças cardiovasculares e de alguns tipos de câncer, melhoria das funções fisiológicas, efeito anti-hipertensivo, proteção ultravioleta, aumento da densidade mineral óssea, entre outras. A pesquisa ainda reforça que a ingestão do extrato também suprime a utilização de carboidrato, que gera aumento na quantidade de glicogênio no músculo, auxiliando o aumento da resistência na corrida, e por se ter menos lactato, há uma maior disposição física para continuar o exercício físico.
As taxas de sobrepeso dos brasileiros aumentaram significativamente nos últimos quatro anos. Segundo o Ministério da Saúde, analisando um grupo de 54 mil pessoas adultas, revelou-se que 51% dos homens e 42,6% das mulheres estavam acima do peso adequado. Entre as crianças, os índices são mais assustadores. Cerca de 16% dos meninos e 12% das meninas com idades entre 5 e 9 anos são hoje obesas no País, quatro vezes mais do que há 20 anos.
Estilo de vida saudável, associado a uma dieta adequada, prática de exercícios físicos, abstinência de bebidas alcoólicas e do tabaco, podem combater a doença além de contribuírem para a melhora da qualidade de vida. Além disso, o consumo de certos alimentos funcionais, que produzem efeitos metabólicos, fisiológicos e benéficos à saúde parece ser muito útil no controle do peso. Enquanto alguns desses alimentos são capazes de promover saciedade, caso das fibras, outros possuem ação termogênica e aumentam a oxidação de gorduras, como é o caso do chá verde.
A pesquisa de Gabrielle Aparecida Cardoso foi realizada no Programa de Pós-graduação de Ciência e Tecnologia dos Alimentos da Esalq, que teve bolsa de mestrado da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). O estudo foi orientado pela professora Jocelem Mastrodi Salgado, do Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição (LAN) da Escola.
Fonte: Agência USP de Notícias
Aumento da força muscular é maior quando chá é consumido antes de exercícios
O estudo avaliou os efeitos do consumo de chá verde e da prática ou não de exercício físico resistido sobre a Taxa Metabólica de Repouso (TMR) e a composição corporal em mulheres com índice de massa corporal entre 25 quilos por metro (kg/m) a 35 kg/m. As voluntárias foram divididas em quatro grupos e durante dois meses seguiram o protocolo de pesquisa. As voluntárias do grupo 1 tomaram chá verde, enquanto as do grupo 2 tomaram placebo. As do grupo 3 tomaram chá verde e exercitaram-se enquanto que as do grupo 4, tomaram placebo e exercitaram-se.
Os resultados mostraram que o grupo 1 perdeu uma quantidade de peso relevante para o período de estudo (- 5,7 kg em média) com manutenção da massa magra. O grupo 2, utilizando placebo, não perdeu peso, ganhou massa gorda e perdeu massa magra. Quanto ao grupo 3 (chá verde + exercício físico de resistência) teve sua composição corporal modificada apresentando maior perda de gordura, maior ganho de massa muscular, maior aumento da força muscular e redução dos níveis de triglicérides superiores aos apresentados pelo grupo 4 (placebo + exercícios físicos de resistência).
“O consumo de chá verde aliado à prática de exercício físico auxilia na redução do triglicérides, ganho de força muscular, ganho de massa magra e na redução da massa gorda”, explica Gabrielle. Além de proporcionar uma mudança na composição corporal, o consumo do produto, aliado aos exercícios, auxilia na utilização da gordura corporal como fonte de energia e no aumento da massa magra. “O aumento da força muscular é maior quando o chá verde é consumido antes da prática dos exercícios propostos.”
Benefícios
Segundo a pesquisa, o chá verde é a segunda bebida mais consumida no mundo e contém grande quantidade de compostos que proporcionam uma série de benefícios à saúde. Dentre eles a redução do risco de doenças cardiovasculares e de alguns tipos de câncer, melhoria das funções fisiológicas, efeito anti-hipertensivo, proteção ultravioleta, aumento da densidade mineral óssea, entre outras. A pesquisa ainda reforça que a ingestão do extrato também suprime a utilização de carboidrato, que gera aumento na quantidade de glicogênio no músculo, auxiliando o aumento da resistência na corrida, e por se ter menos lactato, há uma maior disposição física para continuar o exercício físico.
As taxas de sobrepeso dos brasileiros aumentaram significativamente nos últimos quatro anos. Segundo o Ministério da Saúde, analisando um grupo de 54 mil pessoas adultas, revelou-se que 51% dos homens e 42,6% das mulheres estavam acima do peso adequado. Entre as crianças, os índices são mais assustadores. Cerca de 16% dos meninos e 12% das meninas com idades entre 5 e 9 anos são hoje obesas no País, quatro vezes mais do que há 20 anos.
Estilo de vida saudável, associado a uma dieta adequada, prática de exercícios físicos, abstinência de bebidas alcoólicas e do tabaco, podem combater a doença além de contribuírem para a melhora da qualidade de vida. Além disso, o consumo de certos alimentos funcionais, que produzem efeitos metabólicos, fisiológicos e benéficos à saúde parece ser muito útil no controle do peso. Enquanto alguns desses alimentos são capazes de promover saciedade, caso das fibras, outros possuem ação termogênica e aumentam a oxidação de gorduras, como é o caso do chá verde.
A pesquisa de Gabrielle Aparecida Cardoso foi realizada no Programa de Pós-graduação de Ciência e Tecnologia dos Alimentos da Esalq, que teve bolsa de mestrado da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). O estudo foi orientado pela professora Jocelem Mastrodi Salgado, do Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição (LAN) da Escola.
Ana Carolina Miotto, da Assessoria de Comunicação da Esalq, imprensa@esalq.usp.br
Fonte: Agência USP de Notícias
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